My first look
When I first saw her,
there was a mist around my world.
I thought she was an angel
I thought she was a bright moon.
When I first saw her,
there was silence in the skies.
It was a flashlight.
It was her smile.
When I first saw her,
the world changed into a sea of roses.
I think I love her.
I think she loves me.
Under clouds and heaven…
Under earth and sea…
She was there
staring me,
watching me.
With just one look, I stop.
With just one look, I saw the beauty in front of my eyes.
João Amaro, nº15, 9ºB
A true soul
My only treasure
My only soul
I keep it to my heart
I keep it to my love.
A river of wonders.
A place of beauties.
It`s where I see her.
It`s I dream about her.
My own adventure
My own true meaning.
With her, the darkness goes away.
With her, happiness is a constant friend.
Flying over our heads
walking in our feet.
It`s our love
It`s our love.
João Amaro, nº15, 9ºB.
sábado, 14 de março de 2009
A Menina Que Detestava Livros
Era uma vez uma menina chamada Mina.
Se num livro procurassem o significado do seu nome, descobriam que significa «peixe» em antigo.
Mas a Mina não sabia porque não procurava o significado de lado nenhum. A Mina chegava a casa e via livros à frente dela, mas ela detestava ler e também detestava livros.
A Mina tinha sempre livros em cima do sofá, das cadeiras, das arcas, das escadas e dos roupeiros.
Os pais da Mina estavam a jantar e a ler um livro e a Mina disse:
- Destesto livros!
E depois o pior de tudo era que os pais da Mina estavam sempre a trazer livros para casa.
Uma manhã, depois, a Mina foi preparar o pequeno-almoço para o Max e para ela. A Mina, depois, chamou o Max para dizer que o pequeno-almoço estava pronto, mas o Max não aparecia. E a Mina tentou novamente:
- Max! - chamou ela - O pequeno-almoço está pronto!
E ele continuava sem aparecer.
«Onde poderá ele estar?», pensou a Mina.
Nos livros havia príncipes, princesas, fadas e rãs. E um lobo e três porquinhos e um troll traquinas, em cima de um tronco.
Por fim, a Mina gostava de ler livros e depois contou uma história aos animais que estavam à volta dela. Pegou em seguida noutro livro de histórias. Um a um, começou a ler todos os seus livros. E, um a um, os animais encontraram o livro a que pertenciam.
Por fim, ficou um, um coelhinho apenas vestido com um casaquinho azul.
Mas o coelhinho ficou à frente de Mina, apoiando-se ora numa pata ora noutra, nervoso, mexendo o nariz peludo.
Idalina, 4ºB
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Primeiro Ciclo
terça-feira, 3 de março de 2009
Vencedores do Concurso de São Valentim
Secundário
UMA CARTA DE AMOR
Seu corpo e alma, mas alma somente e quando lhe apetece. Escrevo apenas para ti, não sei porquê, mas sinto-me bem quando o faço. E dou-me por sortudo em conseguir escrever, apesar de serem momentos de frequência escassa, pois não sei quando pegar na caneta; a vontade aparece como a virgem aos pastores. Então, esta vai ser a primeira vez que toda a gente se vai sentir pioneira a ler os meus textos, geniais ou não. Mas este acto pode ser um erro, pode ser uma maneira de me prejudicar, pois não tenho, não te vou ter, mas não consigo evitar.
És a musa inspiradora que ilumina a minha mão enquanto escrevo, que me permite sonhar de vez em quando. E sempre que penso em ti tu tornas-te numa droga que me faz levitar, ficar em estado Zen, delirar e entrar no Nirvana, e quando regresso dou-me com esta atrocidade de mundo, que se complica todos os dias mais, e eu sou obrigado a tomar uma rotina alucinada, uma falsa realidade. Sinto-me dentro de um jogo, eu sou a personagem principal e tu joga-la todos os dias.
Ainda preciso de te dizer algo: se tu me amares, serás capaz de te tornar num ser capaz de gerir a tua felicidade. Sairás do casulo que te mantém presa e a linda crisálida que és irá revelar-se para o mundo inteiro. Tornou-se uma ambição que tu sintas no teu coração a sincera vontade de estar contigo. Só tenho pena que tenha de ser assim.
P.S.: Por muitas “chapadas” que leve, eu irei dar-te sempre a minha outra face para a poderes acariciar.
Seu corpo e alma, mas alma somente e quando lhe apetece. Escrevo apenas para ti, não sei porquê, mas sinto-me bem quando o faço. E dou-me por sortudo em conseguir escrever, apesar de serem momentos de frequência escassa, pois não sei quando pegar na caneta; a vontade aparece como a virgem aos pastores. Então, esta vai ser a primeira vez que toda a gente se vai sentir pioneira a ler os meus textos, geniais ou não. Mas este acto pode ser um erro, pode ser uma maneira de me prejudicar, pois não tenho, não te vou ter, mas não consigo evitar.
És a musa inspiradora que ilumina a minha mão enquanto escrevo, que me permite sonhar de vez em quando. E sempre que penso em ti tu tornas-te numa droga que me faz levitar, ficar em estado Zen, delirar e entrar no Nirvana, e quando regresso dou-me com esta atrocidade de mundo, que se complica todos os dias mais, e eu sou obrigado a tomar uma rotina alucinada, uma falsa realidade. Sinto-me dentro de um jogo, eu sou a personagem principal e tu joga-la todos os dias.
Ainda preciso de te dizer algo: se tu me amares, serás capaz de te tornar num ser capaz de gerir a tua felicidade. Sairás do casulo que te mantém presa e a linda crisálida que és irá revelar-se para o mundo inteiro. Tornou-se uma ambição que tu sintas no teu coração a sincera vontade de estar contigo. Só tenho pena que tenha de ser assim.
P.S.: Por muitas “chapadas” que leve, eu irei dar-te sempre a minha outra face para a poderes acariciar.
Rodrigo Miguel Afecto Gonçalves, nº15, 11ºACT
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dia de São Valentim
domingo, 1 de março de 2009
Apresentação do livro "Outros Contos da Montanha" de Isabel Maria Fidalgo Mateus
A Escritora e antiga aluna da Escola Secundária Dr. Ramiro Salgado (Professora de Português na Universidade de Liverpool, onde desenvolve igualmente uma investigação na área da literatura de viagens), Isabel Mateus, aceitou o convite da Biblioteca Padre Joaquim Rebelo para honrar a comunidade escolar com a sua visita a fim de divulgar o livro Outros Contos da Montanha, de temática rural trasmontana, inspirado na linha torguiana.
Natural de Felgueiras, Concelho de Torre de Moncorvo, a Autora distribuiu simpatia e tempo respondendo às questões colocadas pelos alunos, levando a cabo uma sessão de autógrafos e assistindo à leitura de excertos do seu livro por discentes da escola, assim como a uma apresentação de um powerpoint elaborado pelo aluno João Pedro Jacob Ferreira, nº9, 10ºBCT, referente aos elementos que caracterizam Trás-os-Montes e Alto Douro.
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